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Foi assim…

DSC_0095Com as salinas por cenário, assistiu-se a um pôr-do-sol inesquecível, ao som de música selecionada por Rui Estevão, da Antena 3. O Flair Bartender Nelson Silva deu a provar o gin nacional Wild Snow Dog, temperado com salicórnia da Salina Municipal do Corredor da Cobra. O Resultado desta combinação inédita surpreendeu!

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apreciadores de gin…

Ainda da salicórnia

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Sábado encerramos o ciclo «À beira sal plantada, a salicórnia amada». E é com gin, música e sol que damos por finalizada esta primeira aventura com a salicórnia.

Para saber mais sobre este Sal Sunset Salicórnia Gin, espreite aqui.

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1…

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DA GULA

Nos idos anos quarenta do século passado, o escritor, poeta, professor e incontestável gastrónomo, Cardoso Martha, refere-se à doçaria figueirense como «escassa», mas ainda assim de qualidade. Lembra as argolas folhadas, «delícia dos que amam os doces secos, de farinha amassados com leite, e encapados de açúcar», da famosa Rosária, doceira com casa comercial junto ao Paço e não deixa por mãos alheias os bons créditos atribuídos às brisas e pastéis da Figueira, à data vendidos na pastelaria Santos e na Estrêla de Ouro. O bolo das Alhadas, as papas de moado e as tôrtas do Natal são as restantes gulodices enunciadas pelo gastrónomo.

Patrimónios Alimentares: Culturas e Identidades

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Foi aprovado o primeiro doutoramento português na área das Culturas da Alimentação, oferecido pela Universidade de Coimbra: Patrimónios Alimentares: Culturas e Identidades.

Para mais informações, ver aqui.

2…

DSC_8910L… DA MESA DE TODOS OS DIAS

A comida nas zonas mais rurais é essencialmente determinada pela sazonalidade. O que a terra dá é o que vai à mesa. E, em muitas aldeias, as refeições pautam-se pela regularidade nos pratos escolhidos. Recordam os homens e mulheres mais idosos da Borda do Campo, a monotonia das refeições em tempos idos, marcados pela pouco ousadia de gastos associados à alimentação. Assim, e ao longo de todo o ano, a manhã era recebida com uma refeição substancial necessária aos trabalhadores rurais. Feijão frade, batatas e broa. Ao almoço couves, feijão seco e arroz. A última refeição do dia dava direito à sardinha ou bacalhau e as papas laberças eram sempre um complemento muito apreciado e indispensável.

3…

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…MESA RICA

«E eram de respeito os banquetes da Figueira: perus, leitões e caça, acompanhados de vinhos leves pouco taninados, das Alhadas, Quiaios e Marujal, e aristocratizados pelo vinho velho do Porto, das garrafeiras dos exportadores ricos, como a Casa Simões e a Casa Jardim, vindas dos seus armazéns bem providos. Eram assim, confortáveis e ricas, as casas figueirenses […] e em todas elas se serviam doces magníficos.»

4…

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… DA MERENDA

Na abertura do capítulo dos aperitivos e merendas tradicionais do livro editado pelo município figueirense em 1973, referiam os autores que «desde todos os tempos, principalmente na abertura dos vinhos novos e nas festas: Senhor dos Aflitos, na Murtinheira; São Martinho; Santo Amaro das Amoreiras, nas Alhadas; Quinta-Feira da Espiga, em Vila Verde; Dia da Merenda Grande, em maio, em Santo Amaro, na Serra da Boa Viagem; etc., sempre houve aperitivos e merendas». Nas recentes recolhas, as referências não se distanciam deste leque.

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